quinta-feira, 25 de julho de 2024

Tratamento com fumaça pode favorecer a germinação de sementes do Cerrado

 

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – As plantas do Cerrado evoluíram, ao longo de milhares de anos, na presença de queimadas espontâneas. O efeito da fumaça na germinação de sementes de 44 espécies vegetais típicas desse bioma foi tema de pesquisa publicada por cientistas da Universidade Estadual Paulista (Unesp) no periódico Plant Ecology. Segundo os autores, os resultados poderão ser utilizados para otimizar a restauração de áreas degradadas.

O estudo foi conduzido pelo doutorando Gabriel Schmidt Teixeira Motta, sob a orientação da professora da Unesp Rosana Marta Kolb.

“Pesquisas anteriores investigaram a ação da fumaça sobre algumas poucas espécies, mas o levantamento feito neste estudo é o mais completo já realizado no Cerrado. O Gabriel avaliou o efeito da fumaça na germinação de 44 espécies do estrato herbáceo-arbustivo do bioma, envolvendo gramíneas, outras ervas [não gramíneas], subarbustos e arbustos”, diz Kolb.

A pesquisadora informa que a fumaça contém centenas de substâncias, que podem favorecer ou prejudicar a germinação de sementes, dependendo das espécies. As mais conhecidas delas são as carriquinas, reguladores da germinação e do crescimento encontrados na queima de material vegetal. As carriquinas interagem com os hormônios das plantas, promovendo a germinação de certas sementes e inibindo o desenvolvimento de outras.

“Como a pesquisa feita diretamente com fumaça gasosa envolve variáveis difíceis de replicar, optamos por utilizar ‘água de fumaça’ disponibilizada comercialmente. Ela produz um efeito equivalente ao da chuva depois da queimada. E sua ação pode ser facilmente reproduzida por outros pesquisadores”, explica Kolb. E conta que, em seu laboratório, foram empregadas duas concentrações de “água de fumaça”: 2,5% e 5,0%.

Aplicações práticas

O estudo em pauta enfocou o efeito individual das duas concentrações de água de fumaça na germinação das sementes das 44 espécies, sem se preocupar com a definição de estratégias de manejo. Mas as aplicações práticas são óbvias: sementes que respondem bem poderão ser semeadas em áreas que sofreram a ação do fogo ou ainda previamente tratadas com “água de fumaça”, na concentração adequada, antes da semeadura em campo, em áreas degradadas por pecuária e outros usos do solo. “Verificamos que, não apenas as plantas típicas de savanas, mas até mesmo algumas espécies de campos úmidos, que não evoluíram na presença de fogo intenso e frequente, responderam bem ao tratamento com fumaça”, destaca Kolb.

Das 44 espécies estudadas, 14 delas (32% do total) mostraram aumento na germinação em resposta à fumaça, com variações dependendo da concentração. Por outro lado, quatro espécies (9% do total) exibiram uma redução significativa na germinação, particularmente na concentração mais alta, de 5%. As gramíneas, em especial, germinaram mais rapidamente em resposta à fumaça, com destaque para Ctenium polystachyum e Saccharum villosum, que apresentaram redução substancial no tempo médio de germinação após tratamento com “água de fumaça”.

“Os resultados indicam que a fumaça pode atuar como um estímulo importante para a germinação em algumas espécies do Cerrado, oferecendo uma vantagem competitiva no ambiente pós-fogo. A pesquisa sugere que as respostas à fumaça são altamente específicas para cada espécie e variam de acordo com a forma de crescimento e o tipo de comunidade vegetal”, resume Kolb.

Além de Motta e Kolb, Natashi Pilon e Alessandra Fidelis participaram do estudo. A pesquisa recebeu apoio da FAPESP por meio do projeto “Atributos adaptativos ao fogo de sementes de espécies do Cerrado”, coordenado por Fidelis, e da bolsa de pós-doutorado concedida a Pilon.

O artigo Smoke Effects on the Germination of Cerrado Species pode ser acessado em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11258-024-01427-4.
 

segunda-feira, 15 de julho de 2024

Presença de bactéria no solo torna flores mais atrativas para polinizadores, aponta estudo

 

André Julião | Agência FAPESP – Uma bactéria que vive no solo e é conhecida por fixar nitrogênio quando associada às raízes de algumas plantas influencia de forma decisiva a capacidade de reprodução de uma espécie nativa de leguminosa chamada chamaecrista (Chamaecrista latistipula). Isso porque a presença do microrganismo no solo aumenta a atratividade das flores para os polinizadores, como revela estudo publicado esta semana no American Journal of Botany.

Essa relação entre microrganismos, plantas e animais é conhecida como mutualismo. Os mutualismos são interações entre indivíduos de diferentes espécies em que todas as partes saem ganhando, obtendo nutrientes ou se reproduzindo com a ajuda um do outro.

É o que acontece com a chamaecrista, uma leguminosa nativa do Brasil que vive em solos naturalmente pobres em nutrientes e que depende de um tipo específico de polinizador para poder se reproduzir.

“Um dos mutualismos importantes nessa espécie de planta é com as bactérias fixadoras de nitrogênio na raiz, que aumentam a disponibilidade desse nutriente para as plantas em troca de açúcares, que servem como alimento para os microrganismos”, conta Anselmo Nogueira, professor do Centro de Ciências Naturais e Humanas da Universidade Federal do ABC (CCNH-UFABC), em São Bernardo do Campo.

“Há outro mutualismo entre essas plantas e um tipo específico de polinizador. O pólen da chamaecrista fica encapsulado numa parte das flores e só é liberado por vibração, quando a flor é chacoalhada principalmente por fêmeas de algumas espécies de mamangava do gênero Bombus”, completa.

Experimentos realizados no Laboratório de Interações Planta-Animal, coordenado por Nogueira, mostraram que a presença dessas bactérias principalmente em solos pobres em nutrientes é fundamental para que as flores sejam atrativas para as mamangavas.

“Observamos ainda um efeito drástico, que não esperávamos. Como a associação das plantas com as bactérias é muito custosa para a planta, supomos que, num solo rico em nitrogênio, as plantas simplesmente aproveitariam o nutriente diretamente do solo. Nos nossos experimentos, porém, solos ricos em nutrientes não produziram plantas saudáveis, com flores atrativas”, explica Caroline Souza, primeira autora do estudo apoiado por bolsa de treinamento técnico da FAPESP.

O trabalho integra o projeto “Efeitos sinérgicos de múltiplos mutualistas nas plantas: como bactérias, formigas e abelhas contribuem para a evolução de um grupo de leguminosas”, vinculado ao Programa BIOTA-FAPESP e coordenado por Nogueira.

Bactéria, planta e inseto

Para chegar aos resultados, os pesquisadores acompanharam o crescimento de 60 pés de chamaecrista, desde a germinação das sementes, por 16 meses. As plantas foram cultivadas em duas condições de solo. Metade em uma mistura composta de 90% de areia e 10% de terra vegetal, com uma baixa concentração de nutrientes, especialmente nitrogênio. A outra metade foi cultivada em solo rico em matéria orgânica e suplementado com nitrato de potássio, que libera nitrogênio no solo. A acidez dos dois solos foi monitorada por seis meses, para garantir que ambos estivessem neutros e não influenciassem a relação entre raízes e bactérias.

Antes das sementes serem plantadas, porém, foram esterilizadas com álcool, água sanitária e peróxido de hidrogênio, a fim de eliminar qualquer bactéria que pudesse influenciar os resultados. Logo depois, foram lavadas com água destilada. Com o mesmo objetivo, o solo passou por esterilização em uma autoclave, em que os microrganismos são eliminados por altas temperaturas.

Os dois tipos de solo foram então subdivididos em quatro tratamentos. Em metade dos potes com solo arenoso e pouco nitrogênio e em metade das plantas cultivadas em solo rico em matéria orgânica e nitrogênio foi acrescentada uma solução rica em rizóbio, um tipo de bactéria conhecido pela capacidade de fixar nitrogênio nas raízes. Os demais potes permaneceram sem as bactérias. Os microrganismos aplicados foram isolados diretamente de nódulos das raízes da mesma espécie de chamaecrista obtidas em populações naturais.

Nos solos arenosos e pobres em nitrogênio, em que as bactérias não foram adicionadas, as plantas cresceram muito pouco, com folhas sempre amareladas evidenciando carência de nitrogênio. As plantas que obtiveram melhor desenvolvimento foram as cultivadas em solo arenoso e com presença de rizóbio.


Nódulos das raizes de chamaecrista, onde os rizóbios se proliferam e fixam o nitrogênio, especialmente quando as
plantas estão em solo arenoso com baixa disponibilidade de nutrientes (foto: Anselmo Nogueira)

“Nos solos arenosos pobres em nitrogênio, mas com a presença das bactérias fixadoras de nitrogênio, as plantas eram quase duas vezes mais altas e três vezes maiores do que as cultivadas em solo com matéria orgânica, rico tanto em bactérias quanto em nitrogênio. Por outro lado, plantas em solos pobres em rizóbio, tanto no solo arenoso quanto no rico em matéria orgânica, tiveram alturas relativamente mais baixas e eram menores no geral do que as que tinham rizóbio”, relata Nogueira.

Além disso, as flores foram analisadas com um espectrofotômetro de superfície, instrumento que mede como a luz é refletida. “A partir dessas medidas de reflectância nas flores, testamos se os contrastes de cor perceptíveis às abelhas foram alterados entre os diferentes tratamentos de solo e bactérias”, relata Souza.

A maior parte dos componentes das flores não teve padrões diferentes entre os tratamentos. No entanto, as anteras das flores que cresceram em solo arenoso, pobre em nitrogênio e rico em rizóbio, exibiram um padrão considerado mais atrativo para as mamangavas, que enxergam em um espectro de luz diferente do nosso.

“As anteras são justamente onde fica o pólen das flores, que só pode ser acessado por insetos que conseguem vibrá-las, algo que espécies exóticas como as abelhas europeias (Apis mellifera) não conseguem”, afirma Souza.

O pólen é uma fonte de proteínas essencial para o desenvolvimento das larvas das abelhas, incluindo as mamangavas e demais abelhas nativas.

Realizadas as medições, os pesquisadores tiraram as plantas dos vasos para analisar as raízes. Uma indicação de que houve uma interação entre rizóbio e planta é a quantidade de nódulos nas raízes.

Os nódulos são estruturas formadas nas raízes quando as bactérias infectam as plantas por essa via. É neles que se dá a simbiose mutualista entre plantas e bactérias e onde as bactérias fixam o nitrogênio atmosférico, produzindo aminoácidos essenciais para as plantas. Em contrapartida, as plantas fornecem açúcares para as bactérias, que se proliferam dentro dos nódulos.


Á esquerda: plantas de chamaecrista inoculadas com as bactérias fixadoras de nitrogênio no final do experimento. As maiores com muitas flores estão em solo arenoso com poucos nutrientes, as plantas menores com folhas verde mais claras estão em solo com muita matéria orgânica, rico em nutrientes. À direita: plantas de chamaecrista que não foram inoculadas com as bactérias fixadoras de nitrogênio no final do experimento. Independentemente do tipo de solo, todas as plantas ficaram baixas, quase sem flores, e produziram folhas pálidas e amareladas, com menor produção de clorofila (clorose), evidenciando o déficit de nitrogênio (fotos: Anselmo Nogueira)
 

De todos os tratamentos, o que mais resultou em nódulos foi o dos solos arenosos, pobres em nitrogênio, mas com presença de rizóbio.

“Queremos saber agora se esse pólen, acessível apenas às fêmeas de abelhas nativas, é enriquecido de proteínas e aminoácidos por conta dessa parceria entre bactérias e plantas. A maior atratividade das flores pode estar ligada a uma maior qualidade e quantidade dos recursos, influenciados pela alta taxa de fixação de nitrogênio nas raízes dessas plantas”, encerra Nogueira.

O artigo Nitrogen-fixing bacteria boost floral attractiveness in a tropical legume species during nutrient limitation pode ser lido em: https://bsapubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ajb2.16363.
 

sábado, 15 de junho de 2024

Os Eucaliptos Utilizados em Paisagismo e Jardinagem

 O eucalipto, além de ser utilizado para diversos fins na indústria, gerando inúmeros produtos úteis para a sociedade a partir de sua madeira, tais como móveis, pisos, forros, papel, celulose e tantos outros na indústria de base florestal, também é bastante requisitado como planta ornamental.


É muito comum se observar a beleza dessas árvores em praças e jardins por quase todas as partes do mundo onde tenhamos um clima ameno e quente. Mesmo em regiões mais frias na Europa e nos Estados Unidos isso também tem sido conseguido. O principal motivo é o mesmo das fábricas que o utilizam como matéria-prima de produtos industriais.

O eucalipto é uma planta de rápido crescimento, vegeta o ano todo sem perder as suas folhas e consegue se sobressair em relação a muitas outras espécies de plantas. No caso da jardinagem, isso é favorável para a geração de sombras e flores em um curto período de tempo. As outras razões que tornam esse gênero já bastante comum no paisagismo é a beleza da árvore e a diversidade de espécies que podem ser utilizadas para esse fim.

Há espécies de eucaliptos que possuem flores e frutos grandes e coloridos. Outras em que suas folhas são de texturas e colorações ornamentais. Há ainda espécies em que as cascas é que chamam a atenção na paisagem, também sendo utilizadas como ornamento de jardins. Isto ainda sem falar do cheiro agradável das folhas quando agitadas pelo vento e também do magnífico odor floral característico de algumas espécies. Este último atrai polinizadores que podem ser observados na maioria das espécies de eucaliptos, trazendo maior beleza e biodiversidade na área.

Mudas de porte médio provenientes de sementes de espécies de eucalipto podem ser plantadas diretamente no solo do jardim, ou são acondicionadas em recipientes como vasos grandes ou "containers", criando-se assim espécies de macro-bonsais. Os eucaliptos em vasos, se devidamente cuidados, podem inclusive florescer e frutificar, dando grande beleza ao ambiente. Lembrar porém que os eucaliptos são pouco tolerantes a geadas não podendo ser plantados em regiões de invernos muito rigorosos. O limite térmico varia de 8 a -7° C para espécies ornamentais de flores vermelhas, mas isso depende também da freqüência dos dias frios. Quanto mais dias frios seguidos, pior é para a adaptação ou mesmo para a sobrevivência. Se o clima for muito frio, espécies mais tolerantes devem ser buscadas (Eucalyptus pulverulenta, E. pleurocarpa, E.gunnii, E.caesia, etc.).

As principais práticas de manejo para os eucaliptos na jardinagem são:

* Adquirir mudas de boa qualidade genética e livres de doenças.

* Comprar mudas em floriculturas confiáveis é o primeiro cuidado que se deve ter na aquisição de espécies ideais para a jardinagem.

* Para plantio no solo, a escolha do local deve ser bastante discutida, evitando proximidade com casas, muros e fiações elétricas. Os eucaliptos, mesmo os de médio porte, são considerados árvores de sistema radicular profundo e vigoroso. Logo, elas podem danificar calçadas, construções e encanamento se não houver este planejamento anterior. Mesmo para as espécies arbustivas devemos tomar as precauções válidas pois são também plantas de rápido crescimento.

* Os eucaliptos são plantas que necessitam de insolação direta para o seu melhor desenvolvimento. Eles não toleram ambientes sombreados, muito escuros ou mesmo alagados. Isto deve ser considerado na escolha do local de plantio. Não plante em sombra ou meia-sombra, pois isso poderá inclusive ocasionar a incidência de doenças na planta e diminuir sua taxa de desenvolvimento. Tampouco plante em áreas alagadas de brejo do seu jardim na esperança de que as plantas irão secá-las. Você pode estar condenando essas plantas à morte pela incapacidade do sistema radicular viver em ambientes sem ar no solo.

* A época recomendada para o transplante das mudas para o local definitivo é da primavera ao verão, evitando períodos frios principalmente no estabelecimento da muda.

* Adubação da cova de plantio deve ser feita com adubo N-P-K e micro-nutrientes. O eucalipto é considerado uma planta sensível à falta de fertilidade, necessitando de nutrientes em quantidades adequadas.

* O eucalipto, principalmente quando na forma de mudas, também necessita de irrigação nas épocas mais quentes do ano.

* O combate às pragas como formigas cortadeiras deve ser efetuado principalmente para as mudas que são mais sensíveis, podendo essas inclusive morrer caso esse controle não seja feito.

* Conforme o eucalipto vai crescendo, a poda e o desbaste são manejos recomendados também na jardinagem, tanto para fins estéticos, como para o controle do crescimento. Este último é considerado uma poda mais drástica. Há espécies de eucaliptos que possuem bom rebrote, podendo ser desbastadas até mesmo a uma certa altura do tronco em relação ao solo.

* Existem também espécies de Eucalyptus (ou de Corymbia) que já podem ser compradas enxertadas ou até mesmo clonadas. Suas mudas geralmente são mais caras, mas possibilitam uma floração precoce e uma maior resistência a doenças de raízes, que é dada pelo porta-enxerto. Há um grande número espécies que são utilizadas para o paisagismo em todo o mundo; contudo, são nos parques e jardins de seu país de origem (Austrália) que se encontra a maior concentração. Naquele país são usadas muitas espécies, como: Eucalyptus leucoxylon, Eucalyptus erythrocorys, Eucalyptus caesia, Eucalyptus youngiana, Eucalyptus multicaulis, Eucalyptus macrandra e Corymbia ficifolia.

No Brasil, existem três espécies de "eucaliptos" mais usadas para fins paisagísticos, estas são:Corymbia ficifolia, Eucalyptus cinerea e Corymbia ptychocarpa.

A espécie Corymbia citriodora também costuma ser plantada devido ao seu odor extremamente agradável. Percebe-se então que a maioria de nossos eucaliptos ornamentais são na verdade do gênero Corymbia, reclassificados que foram há alguns poucos anos atrás pelos botânicos taxonomistas. Corymbia (Eucalyptus) ficifolia - Conhecido como eucalipto vermelho ou eucalipto de jardim é um dos considerados mais ornamentais. Originário do oeste australiano, possui porte pequeno a médio (até 10 metros), gera grande número de flores, contudo é susceptível a geadas e não se desenvolve perante baixas temperaturas. Suas flores são grandes e em abundância . Em regiões de clima temperado, pode ser substituído pelo Eucalyptus leucoxylon que é tolerante ao frio.

Eucalyptus cinerea - Nos Estados Unidos E. cinerea é também chamado de "Silver Dollar". Isso devido ao aspecto das suas folhas arredondadas que possuem uma coloração azul prateada. Na Austrália, essa espécie é chamada de "Blue Gum" e são as folhas a sua parte de maior ornamento e beleza.

Corymbia (Eucalyptus) ptychocarpa - Originária do norte e oeste australiano, é uma árvore de porte mediano e pouco resistente ao frio, tendo seu melhor desenvolvimento geralmente entre as temperaturas de 10 a 40° C. Possui floração abundante e de coloração vermelha.

Corymbia (Eucalyptus) citriodora - Espécie muito comum entre nós com utilização industrial para extração de seu óleo essencial que é usado largamente na produção de detergentes, sabões, aromatizantes, etc.



Ester Foelkel, é engenheira agronôma


Fonte:www.jardimdeflores.com.br

Fonte: http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=16&Cod=1090